top of page

Promessa na Internet é Lei: Como Se Defender De Propagandas Enganosas e Golpes Digitais

A internet transformou radicalmente as relações de consumo, a educação e a prestação de serviços com poucos cliques, é possível adquirir produtos importados, contratar assessorias internacionais ou comprar treinamentos especializados


Porem essa facilidade de transação também expandiu o alcance de práticas abusivas, diariamente milhares de brasileiros são expostos a anúncios patrocinados com promessas de enriquecimento rápido, produtos com propriedades terapêuticas milagrosas ou infoprodutos que prometem faturamento expressivo em poucos dias de aplicação de um método supostamente infalível


Propaganda enganosa

Muitos consumidores que adquirem esses produtos ou serviços acabam sofrendo prejuízos financeiros severos e frequentemente deparam-se com a ausência de suporte por parte do vendedor, ao contrário do que propaga o senso comum, a internet não é um ambiente desregulamentado. A legislação brasileira é robusta e protege o consumidor contra a publicidade enganosa e as práticas abusivas no meio virtual


Este conteúdo foi preparado pelos nossos profissionais da equipe Henrique & Fiorini, sendo feito para analisar de forma aprofundada como o Direito Digital e o Direito do Consumidor amparam as vítimas de falsas promessas, detalhando os mecanismos jurídicos disponíveis para a reparação de danos e a recuperação de valores pagos.


O Impacto Psicológico e Financeiro das Práticas Abusivas


A frustração decorrente de uma aquisição fraudulenta ou enganosa no ambiente digital vai muito além do desfalque financeiro inicial, existe um forte componente de desgaste emocional que afeta diretamente a tomada de decisões da vítima após o ocorrido


A exploração de vulnerabilidades por engenharia social


Os criadores de falsas promessas utilizam técnicas avançadas de persuasão psicológica, conhecidas no marketing digital como gatilhos mentais, a ostentação de um estilo de vida luxuoso gera uma falsa percepção de autoridade e sucesso


Aliado a isso a criação de escassez artificial força o consumidor a agir por impulso, impedindo uma análise racional dos riscos envolvidos na transação


O uso de técnicas de copywriting persuasivas induz o consumidor a um estado de urgência emocional, o vendedor manipula dados de mercado criando depoimentos falsos ou maquiados e simula escassez de vagas ou de estoque para que a compra seja efetuada sem que o adquirente realize uma pesquisa prévia de reputação !


O sentimento de culpa e a inércia da vítima no golpe


É comum que a vítima sinta vergonha por ter acreditado na oferta enganosa o que frequentemente a impede de buscar os seus direitos ou registrar uma reclamação formal, essa omissão é justamente o que permite que empresas e influenciadores mal intencionados continuem operando livremente no mercado sem sofrer sanções


O sentimento de auto-responsabilização é alimentado pelos próprios golpistas, que frequentemente alegam na comunidade ou nos termos de uso que o fracasso do método decorre puramente da falta de aplicação ou do esforço insuficiente do aluno ou comprador. Essa estratégia jurídica e psicológica visa desestimular a reclamação administrativa ou judicial.


O prejuízo em cadeia


Em muitos casos o consumidor não perde apenas o valor do produto em si, mas também realiza investimentos subsequentes recomendados pelo próprio vendedor como contratação de ferramentas adicionais, aquisição de novos módulos de cursos ou aportes financeiros em plataformas indicadas, potencializando o rombo financeiro original


Muitas vezes esses gastos satélites superam em larga escala o valor de aquisição do infoproduto principal, gerando endividamento e comprometimento da renda familiar do consumidor.

O Enquadramento Legal da Publicidade no Direito Brasileiro


O ordenamento jurídico nacional possui regras estritas sobre o que pode ser anunciado e de que forma a oferta deve ser apresentada ao público, no meio digital três bases normativas principais estruturam essa regulação:


O Código de Defesa do Consumidor (CDC)


O Código de Defesa do Consumidor é plenamente aplicável ao comércio eletrônico e ao mercado de infoprodutos


O Artigo 37 do CDC define de forma clara o que constitui publicidade enganosa: qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteiramente ou em parte falsa, ou que por qualquer outro modo mesmo por omissão seja capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços


O parágrafo primeiro desse artigo deixa evidente que a enganosidade pode ocorrer por ação direta ou por simples omissão de informações essenciais. Se o anúncio omite custos ocultos de manutenção, taxas de renovação automática ou a necessidade de contratação de serviços terceiros para que a promessa principal funcione, configura-se a propaganda enganosa por omissão, gerando o direito à rescisão contratual imediata.


O Princípio da Vinculação da Oferta (Artigo 30 do CDC)


Este princípio determina que toda informação ou publicidade veiculada por qualquer meio de comunicação (o que inclui páginas de vendas, e-mails, vídeos no YouTube, posts em redes sociais e mensagens de texto), obriga o fornecedor que a fez veicular e integra o contrato que vier a ser celebrado


Se um infoprodutor prometeu um acompanhamento individualizado em um vídeo de vendas, essa promessa tem força de cláusula contratual escrita


Qualquer tentativa posterior do fornecedor de incluir cláusulas limitativas em contratos de adesão que contradigam a promessa pública veiculada na publicidade é nula de pleno direito, nos termos do Artigo 51 do CDC, a palavra falada na transmissão ao vivo ou o texto da página de captura se sobrepõem ao contrato silencioso que o cliente assina eletronicamente no checkout.


As Diretrizes do CONAR para o Ambiente Digital


O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária estabelece normas éticas específicas para anúncios na internet, determinando que toda publicidade deve ser claramente identificada como tal


A recomendação de produtos por influenciadores digitais sem a sinalização explícita de que se trata de uma parceria paga (publicidade velada) viola as normas do CONAR e as diretrizes do próprio Código de Defesa do Consumidor


O Anexo U do Código do CONAR estipula que o uso de hashtags como "ad", "publi" ou "publicidade" deve ser visível sem necessidade de expansão de texto (como o botão "mais" do Instagram), de forma que o consumidor perceba imediatamente a natureza comercial da postagem antes de interagir com o conteúdo.


Os Direitos do Consumidor Diante do Descumprimento da Oferta


Quando o fornecedor de serviços ou produtos digitais não entrega exatamente aquilo que prometeu em sua campanha publicitária, o consumidor não é obrigado a aceitar o prejuízo, o Artigo 35 do Código de Defesa do Consumidor concede três alternativas de livre escolha ao adquirente lesado:


  • Exigência do cumprimento forçado da obrigação: O consumidor pode acionar o fornecedor para que ele entregue exatamente o serviço ou produto nas condições especificadas na propaganda original, sob pena de imposição de multas diárias estabelecidas judicialmente


  • Aceitação de prestação equivalente: Caso o produto ou serviço original não possa mais ser entregue, o consumidor tem o direito de aceitar um produto ou serviço de valor e qualidade semelhantes, sem qualquer custo adicional


  • Rescisão contratual com devolução integral de valores: O consumidor pode optar pelo cancelamento imediato do negócio jurídico, com direito à restituição de toda a quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos e indenização por danos morais decorrentes do transtorno sofrido


A Teoria do Desvio Produtivo do Consumidor


Além da restituição do valor pago a jurisprudência brasileira tem acolhido de forma ampla a tese do Desvio Produtivo do Consumidor, elaborada pelo jurista Marcos Dessaune, essa tese defende que quando o consumidor é obrigado a desperdiçar o seu tempo vital e útil para solucionar problemas criados exclusivamente pelo fornecedor, desvencilhando-se de suas atividades produtivas, de trabalho ou lazer, ocorre um dano existencial indenizável


No ambiente digital o desgaste de passar dias tentando contato com robôs de suporte, e-mails automáticos sem resposta e formulários de cancelamento inativos configura flagrante desvio produtivo


Os tribunais têm condenado fornecedores ao pagamento de danos morais sob esse fundamento, reconhecendo que o tempo do consumidor possui valor jurídico próprio.


Tabela de Resoluções Rápidas para o Consumidor


Situação da Compra

Prazo para Reclamação

Base Legal

Ação Recomendada

Desistência sem justificativa

Até 7 dias após o recebimento

Artigo 49 do CDC

Solicitar cancelamento por arrependimento

Entrega diferente do prometido

Imediato (até 90 dias para serviços)

Artigo 35 do CDC

Exigir devolução do valor ou readequação

Fraude ou golpe evidente

Imediato (MED em até 80 dias)

Resolução BCB 103

Registrar B.O. e acionar bloqueio no banco



Como Identificar e Evitar Ofertas Abusivas na Internet


A prevenção ainda é o mecanismo mais eficaz para evitar desgastes jurídicos e prejuízos financeiros, algumas medidas de segurança devem ser adotadas de forma sistemática antes de realizar qualquer transação de alto valor no ambiente digital:


Análise da estrutura formal da empresa


Empresas idôneas e que cumprem a legislação de e-commerce exibem de forma clara e acessível, geralmente no rodapé de suas páginas, a razão social completa, o número do CNPJ, o endereço físico da sede e canais de atendimento direto ao cliente


A ausência de identificação do CNPJ na página de vendas é um sinal de alerta vermelho grave. Se a página oculta tais informações, presume-se a intenção de inviabilizar futuras notificações extrajudiciais ou intimações judiciais em caso de litígio.


Verificação do histórico de reclamações


Realizar buscas em portais de reputação corporativa como o Reclame Aqui, e analisar as queixas recorrentes de outros clientes, atente-se especialmente para reclamações relacionadas à dificuldade de cancelamento, conteúdo incompleto ou não entrega de bônus prometidos


Avalie também o índice de solução da empresa e o tempo médio de resposta, muitas vezes empresas que vendem falsas promessas mantêm contas zeradas ou se recusam a responder no portal, sinalizando total descaso com o pós-venda.


Consulta aos registros do CNPJ na Receita Federal


Verificar a situação cadastral da empresa e a data de abertura do CNPJ, empresas recém-criadas que vendem promessas de alta complexidade jurídica ou financeira demandam atenção redobrada, pois é comum a abertura e fechamento rápido de CNPJs para escapar de fiscalizações e de processos judiciais de cobrança


Se a empresa possui capital social muito baixo (como R$ 1.000,00) mas vende mentorias individuais de R$ 20.000,00, a desproporção financeira indica fragilidade estrutural.


Leitura prévia dos Termos de Uso e do Contrato de Adesão


Muitas vezes a narrativa utilizada pelo vendedor no vídeo de vendas conflita diretamente com o que está escrito nas letras miúdas dos termos de uso da plataforma, é o contrato formal escrito que dita as regras em uma disputa jurídica inicial, por isso sua leitura é indispensável


Cláusulas de eleição de foro que obrigam o consumidor a litigar em cidades distantes da sua residência são consideradas abusivas por violarem o princípio constitucional de facilitação de defesa do consumidor, mas sua inclusão demonstra o nível de má-fé contratual do vendedor.


Passo a Passo para Registrar as Provas da Propaganda Enganosa


Caso o engano já tenha ocorrido a produção e a preservação das provas de forma correta e rápida são os fatores determinantes para o sucesso de qualquer medida judicial ou extrajudicial de reembolso, os conteúdos podem ser editados ou apagados em segundos pelo anunciante.


Captura Integral das Telas (Screenshots Completos)


Ao registrar as provas visuais não tire prints apenas das conversas de texto isoladas, é indispensável capturar a tela inteira do dispositivo garantindo que apareçam a URL completa do navegador, a data e o horário do sistema operacional


Isso confere maior veracidade temporal à prova e impede alegações de adulteração da imagem


Preservação de Vídeos de Vendas e Páginas de Captura


Se a falsa promessa foi realizada em um vídeo de vendas no YouTube ou em uma página de captura que pode sair do ar, utilize softwares de gravação de tela para registrar o vídeo completo sendo reproduzido no seu navegador, demonstrando visualmente o que estava sendo ofertado no momento da sua compra, importante também capturar os metadados dos arquivos gravados para resguardar a integridade técnica do material coletado.


Registro das Provas por Meios Tecnológicos Avançados


Para casos de prejuízos financeiros vultosos a mera captura de tela simples pode ser questionada pela parte contrária sob alegação de manipulação ou edição de imagem, para conferir fé pública às provas digitais recomenda-se a elaboração de uma Ata Notarial em Cartório de Notas ou a utilização de plataformas tecnológicas especializadas que registram o conteúdo da página web utilizando criptografia e tecnologia blockchain, gerando relatórios de auditoria aceitos de forma pacífica no Poder Judiciário


A Ata Notarial possui presunção de veracidade pública e eficácia plena em juízo, pois o tabelião atesta que acessou o site em determinada data e constatou o exato teor da oferta veiculada, bloqueando juridicamente qualquer tentativa de defesa baseada na alteração posterior do site por parte do infrator.


Organização de Comprovantes Financeiros e Comunicações


Reúna todos os e-mails de confirmação recebidos após a compra, notas fiscais eletrônicas, termos de adesão disponibilizados, comprovantes bancários de transferências PIX ou faturas detalhadas do cartão de crédito


Além disso exporte e salve em formato PDF todas as conversas de suporte realizadas via WhatsApp, e-mail ou canais de atendimento interno da plataforma, certifique-se de exportar o arquivo contendo os contatos completos (com o número de telefone de destino visível, e não apenas o nome salvo na sua agenda).


O Mecanismo Especial de Devolução (MED) em Detalhes


Em casos de golpes evidentes e fraudes financeiras de consumo realizadas através de transações via PIX, o Banco Central do Brasil estabeleceu um instrumento normativo potente: o Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado por meio da Resolução BCB nº 103/2021


Como funciona o fluxo do MED


Quando o consumidor percebe que foi vítima de um golpe de engenharia social (por exemplo, efetuou o pagamento via PIX para um site falso de leilão, ou comprou um produto anunciado por estelionatários) ele deve acionar imediatamente o seu próprio banco, solicitando o MED sob a justificativa de fraude de consumo


  1. Abertura do protocolo: O banco do consumidor registra a denúncia e insere um alerta no Diretório de Identificadores de Contas do Banco Central (DICT)


  2. Bloqueio preventivo: O banco que recebeu a transação PIX (a instituição do suposto golpista) realiza um bloqueio preventivo e imediato do saldo existente na conta de destino por um prazo regulamentar de até 72 horas


  3. Análise de evidências: Ambas as instituições financeiras analisam as provas anexadas pelo consumidor (como prints do golpe, boletim de ocorrência e comprovantes)


  4. Devolução do saldo: Se a fraude for comprovada em até 7 dias úteis de análise, o banco de destino transfere os fundos bloqueados de volta à conta do consumidor prejudicado de forma automática


Limitações técnicas e urgência


O MED possui limitações cruciais, a devolução dos valores está estritamente condicionada à existência de saldo disponível na conta do recebedor no momento do bloqueio


Como os fraudadores costumam realizar saques imediatos ou pulverizar os recursos recebidos para dezenas de outras contas bancárias (as chamadas "contas laranjas"), o consumidor deve acionar o MED no menor intervalo de minutos possível após a transação para maximizar as chances de retenção do saldo.



A Responsabilidade Civil das Plataformas e Intermediadores


Um dos pontos mais relevantes do Direito Digital moderno refere-se à responsabilização das empresas que viabilizam o ecossistema de vendas na internet, o consumidor não precisa necessariamente ficar desamparado caso o vendedor direto simplesmente desapareça ou encerre suas atividades:


Responsabilidade solidária dos intermediadores de pagamento


As plataformas que processam o pagamento (gateways de pagamento) e hospedam os infoprodutos participam diretamente da cadeia de consumo e lucram com as taxas de cada transação realizada. Consequentemente, caso a plataforma seja formalmente notificada sobre a prática de fraude ou descumprimento contratual grave por parte do vendedor e se omita, ela pode ser responsabilizada solidariamente pela devolução dos valores ao consumidor prejudicado.


Sob a ótica do Código de Defesa do Consumidor, todos os participantes que auferem lucro na cadeia de fornecimento de serviços respondem objetivamente pelos danos causados em razão de falhas de segurança do serviço prestado (Teoria do Risco do Empreendimento). Se a plataforma de hospedagem ou intermediação não realiza o devido crivo de segurança em relação aos produtores que abriga em seu sistema, ela assume o risco pelos prejuízos que esses produtores gerarem aos usuários finais.


O papel das redes sociais e buscadores


Embora o Marco Civil da Internet limite em muitos casos a responsabilidade dos provedores de aplicação por conteúdos gerados por terceiros, a jurisprudência tem entendido que as plataformas que recebem valores para impulsionar e veicular anúncios manifestamente fraudulentos ou enganosos podem responder civilmente pelos danos causados pela publicidade patrocinada que decidiram veicular e monetizar de forma ativa


Quando um algoritmo aceita o impulsionamento pago de uma campanha publicitária que infringe leis de forma clara (como esquemas de pirâmide financeira disfarçados ou venda de produtos de saúde proibidos pela ANVISA), a plataforma de rede social deixa de ser mera hospedeira neutra de conteúdo e passa a figurar como co-autora do dano ao lucrar diretamente com a divulgação em larga escala da atividade ilícita.


Responsabilidade Civil dos Influenciadores Digitais


A recomendação ativa de investimentos de alto risco, plataformas de apostas ilegais, sorteios fraudulentos ou produtos de beleza sem comprovação científica gera responsabilidade civil para os influenciadores


O STJ possui entendimento crescente de que o influenciador digital ao associar sua imagem à credibilidade do produto anunciado, atua como avalista e parceiro comercial da marca


Ao influenciar de forma decisiva a aquisição do bem por parte de seus seguidores, o influenciador assume solidariamente a responsabilidade pelos danos decorrentes da má prestação do serviço ou da ilicitude inerente ao produto divulgado.


A Atuação do Advogado Especialista em Direito Digital


Na maioria das vezes as tentativas amigáveis de resolução direta através do suporte das plataformas ou e-mails de atendimento das empresas fraudulentas resultam em respostas automáticas ou recusas injustificadas de reembolso, diante disso a intervenção de um profissional técnico especializado no âmbito digital torna-se necessária para resguardar os direitos do consumidor


O advogado especialista em Direito Digital possui o conhecimento técnico adequado para identificar todos os polos responsáveis pela cadeia de consumo lesiva, garantindo que a ação judicial ou a notificação extrajudicial seja direcionada tanto ao vendedor direto quanto às plataformas intermediárias responsáveis


Além de buscar a restituição integral dos valores atualizados, o profissional atuará para pleitear indenizações condizentes por danos morais, causados pelo desvio produtivo do consumidor, que precisou despender seu tempo e energia para solucionar um problema criado puramente pela má-fé ou desorganização do fornecedor do serviço


A atuação focada em provas digitais evita que o processo judicial seja extinto por falta de comprovação de autoria ou materialidade da infração, assegurando que o juízo tenha em mãos todas as ferramentas técnicas necessárias para proferir uma decisão célere e favorável.


Como Agir de Forma Estratégica e Proteger Seus Direitos


O combate à propaganda enganosa e aos golpes no ambiente virtual é essencial para a manutenção de um mercado digital saudável, seguro e transparente para todos os usuários


Conhecer a legislação, manter as boas práticas de segurança antes de efetuar transações financeiras e saber como documentar e preservar as provas digitais de forma adequada são as armas mais eficientes que o cidadão possui para resguardar seu patrimônio e sua dignidade nas relações de consumo modernas


Se você comprou um produto que não entregou o prometido, se caiu em uma mentoria rasa que vendeu ilusões ou se foi vítima de uma fraude estruturada, saiba que exercer os seus direitos é um ato de justiça não apenas com o seu próprio bolso, mas também com a saúde de todo o ecossistema digital


Quando denunciamos, exigimos reembolso e responsabilizamos os maus profissionais, ajudamos a tornar a internet um lugar muito mais seguro e transparente para todos. (Quer aprender mais sobre segurança juridica ? Acompanhe henriquefiorini.com.br)

Comentários


Henrique & Fiorini

Receba conteúdo jurídico que realmente importa

bottom of page